Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2011

REUNIÃO DE 23 DE FEVEREIRO

A reunião de Câmara que hoje se realizou em Quarteira ficou marcada pela afluência de cidadãos mobilizados para manifestarem a sua opinião sobre a próxima reabilitação da Rua 25 de Abril nesta cidade.


Estiveram presentes apenas os que não querem que seja alterado o sentido de trânsito nem vêem com bons olhos a retirada de lugares de estacionamento ao longo de toda a artéria - opiniões contrárias às três propostas técnicas que foram tidas em consideração.

O senhor presidente da câmara vincou que se fará como a maioria determinar, uma vez que seu papel é o de actuar de acordo com o interesse dos cidadãos; mas frisou também que com sentido ascendente ou descendente, a requalificação irá por diante.

 

No período de antes da Ordem do Dia, levei hoje à reunião três situações que precisam de ser resolvidas e ainda uma questão que tem intrigado muitos quarteirenses:

 

Estrada Almancil – Quinta do Lago

A primeira situação respeita ao estado do piso da Avenida José Santos Farias ou Rua Cristóvão Norte (não sei que nome lhe devo dar, uma vez que nuns mapas aparece com uma designação e noutros, figura com o outro nome). Estou a referir-me à rua ou estrada que liga a vila de Almancil à Quinta do Lago.

Com as obras em curso na ligação directa, de Almancil à Quinta do Lago, a rua Cristóvão Norte (ou Santos Farias) viu duplicado o volume de trânsito entre a vila e a Quinta do Lago e Vale do Lobo, dois dos principais empreendimentos turísticos do Algarve.

As diversas obras que ali foram levadas a cabo, com as redes de saneamento e de distribuição de água, danificaram seriamente o piso desta via de trânsito. As intensas chuvas desta longa invernia agravaram muito o estado do piso.

Sabendo que está prevista a colocação de um novo tapete betuminoso, entendo que, até lá, a actual situação não pode manter-se já que constitui perigo para os utilizadores e deve prejudicar a indústria turística, constituindo um péssimo cartaz turístico para o Município.

Assim, parece impor-se que, ao menos, se proceda a remendos provisórios nas situações mais graves.

 

Resposta:

A resposta foi dada pelo senhor vice-presidente da Câmara que reconheceu já saber desta situação e garantiu que, amanhã mesmo, serão realizados trabalhos para remediar a situação.

 

Paragem de autocarros nas Duas Sentinelas

A segunda situação refere-se também ao trânsito rodoviário é respeita à colocação das paragens de autocarros em frente do Restaurante Duas Sentinelas, na estrada Loulé-Quarteira.

Estas paragens não dispõem de desvios para os autocarros e, ao contrário do que acontece em praticamente toda a área do Município, não dispõem de abrigos para os passageiros .

Mas ainda pior que isso é a sua colocação, já que obrigam os passageiros a aguardar os autocarros em bermas bastante próximas da curva da estrada, bermas que são relativamente estreitas, expondo os passageiros ao perigo já que ficam muito próximos da passagem das viaturas.

Existe ainda a agravante de que a paragem que se situa no sentido Norte-Sul obriga os passageiros a aguardar entre o intenso trânsito e o rail de protecção (que é um sinal claro de que se reconhece que o local apresenta riscos de despiste de viaturas).

 

Resposta, também do senhor vice-presidente:

O caso é conhecido e tem sido abordado pela Câmara junto das Estradas de Portugal sem que, até agora, se tenham verificado quaisquer sinais de que esta entidade se dispõe a resolver o problema.

 

Espaço de pinhal junto da Igreja de S. Pedro do Mar

 

O terceiro assunto que hoje levei à reunião foi uma proposta. Refere-se esta ao espaço de pinhal  que se situa junto da Igreja de S. Pedro do Mar, de Quarteira, e que foi, até há pouco mais de um ano, o local onde os ciganos tinham o acampamento. Feliz e meritoriamente, a Câmara foi capaz de resolver este problema e de limpar o local.

Acontece, porém, que quem passa por ali, à noite, depara-se com um local escuro e um tanto assustador.

Aproveitando o facto de essa área estar praticamente contígua ao jardim de S. Pedro do Mar, parece-me que não seria difícil nem dispendioso mandar ajardinar ou simplesmente relvar e colocar ali um ou dois candeeiros de iluminação pública.

 

Resposta, ainda por parte do senhor vice-presidente:

Quando se construiu o jardim de São Pedro do Mar, chegou a considerar-se a possibilidade de que o espaço fosse o prolongamento do jardim. No entanto, nessa altura, o espaço ainda estava ocupado pelo acampamneto.

A proposta que agora é apresentada tem viabilidade e vamos considerá-la, uma vez que parece exequível.

 

Pousada da Juventude de Quarteira 

 

Finalmente, o quarto assunto que apresentei e sobre o qual pedi informação refere-se à Pousada de Juventude de Quar-teira, uma vez que, aqui há uns dez ou 11 anos, foi assinado um protocolo para a sua constru-ção; mas daí para cá, deixou de se ouvir falar no assunto.

Há algum tempo, em conversa com um dos ex-responsáveis pelas Pousadas da Juventude, dizia ele que o projecto estava feito e só não tinha sido posto em execução porque se ficou à espera que a Câmara Municipal definisse qual era o espaço que pretendia, uma vez que revelara intenções de, anexo à Pousada, criar um parque de estacionamento.

Acredito que, perante o actual estado das Finanças Portuguesas, não seja este o momento apropriado para construção de obras não essenciais como uma pousada de Juventude.

No entanto, pedi ao senhor Presidente que me informasse o que sabe sobre esta matéria e, sobretudo, se a área que estava destinada à edificação da Pousada está ainda disponível e a quem pertence actualmente.

 

Desta vez, a resposta veio da parte do próprio Presidente:

É certo que foi executado esse protocolo mas, tanto quanto sabe, o projecto não foi concluído, havendo mesmo quem não concordasse com a localização que lhe estava destinada por a considerar um espaço «demasiado nobre», advogando que a pousada deveria ser construída em local mais afastado do mar.

Mas também tanto quanto sabe, nunca foi destinada qualquer verba para a respectiva construção.

Esclareceu que o local que lhe estava destinado (na avenida Sá Carneiro) continua a ser propriedade da Câmara.

- o – o – o – o – o -

 

publicado por hortense morgado às 22:30
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Sábado, 19 de Fevereiro de 2011

REUNIÃO DE 16 FEVEREIRO

 

Por muito que nos esforcemos para lhes entender as razões, os mecanismos da política permanecem impenetráveis e muitas vezes inexplicáveis.

Para além do grave desrespeito pelas normas democráticas que é a questão da «disciplina de voto» (compreensível quando estão em causa assuntos de transcendente importância como é, por exemplo, a votação sobre uma moção de censura ao Governo, mas incompreensível quando se trata de votar assuntos de natureza corrente, para os quais, numa democracia indirecta, os eleitores mandataram os eleitos) subsistem atitudes apadrinhadas por estruturas intermédias, muitas vezes ditadas por obscuras razões de interesses mesquinhos e pessoais.

Ignorar os actos de um executivo que se integra – por mais meritórios ou justificados que se reconheçam – só porque são da autoria «dos outros», parece-me atitude reprovável e atentatória do desejo daqueles que escolheram quem deve ser intérprete dos seus anseios e vontades.

Pela minha parte, tentarei ser coerente nas minhas atitudes; poderei não ser capaz de interpretar sempre a vontade dos eleitores; mas estes, duma coisa poderão estar certos: procurarei sempre agir da forma que, na minha convicção, para eles será o melhor; da forma que, em meu entender, será aquela que eles esperam de mim.

Não ocupo um lugar na vereação para me vangloriar disso perante amigos e desconhecidos. Ocupo-o com o firme propósito de servir os meus concidadãos com todo o empenho e as minhas capacidades. Não o ocupo para me dar prazer ou para aceitar convites para festas e jantares. Mas responderei, sempre que os meus compromissos profissionais o permitam, aos actos que signifiquem progresso para a minha terra e para as minhas gentes.

E fá-lo-ei com gosto, com sentido de responsabilidade e, sobretudo, com coerência e dignidade.

Vem tudo isto a propósito de dois factos vividos na semana que agora finda.

Regulamentos específicos das zonas de estacionamento

 

Na reunião da última quarta-feira, foram à votação os regulamentos específicos das zonas de estacionamento de duração limitada de Loulé, Quarteira, Vale do Lobo e Vilamoura e dos parques de estacionamento municipais (centro urbano de Loulé, zona comercial da Quinta do Lago, praia da Quinta do Lago, Vale do Lobo 1 e 2, Vilamoura 1 e 2).

O assunto já tinha sido aprovado, por unanimidade, em reunião anterior e já foi publicado em Diário da República voltou agora, com alguns ajustamentos necessários ao ordenamento e mobilidade sustentável, «no sentido de proporcionar aos munícipes melhor qualidade de vida, condizente com as políticas de equilíbrio ambiental e gestão urbana do século XXI».

Faria algum nexo que, agora, mudasse o sentido de voto só porque qualquer cabeça que se julgasse melhor que a minha assim o quisesse?

 

 

 

Portagens na Via do Infante

 

 

Convidou-me a Plataforma de Luta Contra as Portagens na Via Infante para participar no fórum “Portagens no Algarve – Impacto Económico e Social”, que se realizou esta tarde, nas instalações do NERA, em Loulé.

 

É, com certeza, um assunto que interessa a todos os algarvios e, em particular, aos que têm algum tipo de responsabilidade, política ou social, independentemente das suas próprias convicções sobre o assunto.

Entre os convidados, onde figuravam simpatizantes de todos os quadrantes políticos, e onde estiveram empresários e autarcas algarvios, registei a participação e intervenção dos deputados eleitos pelo Algarve de todos os quadrantes políticos, à excepção dos deputados do Partido Socialista – os mesmos que, nos últimos anos, andaram a garantir aos algarvios que a Via do Infante nunca seria portajada.

O presidente da Câmara de Albufeira não deixou passar o facto em claro.

Eu também não. Por isso digo, tal como comecei este meu comentário de hoje: por muito que nos esforcemos para lhes entender as razões, os mecanismos da política permanecem impenetráveis e muitas vezes inexplicáveis.

E indesculpáveis.

Antes da Ordem do Dia da Reunião

Fui intérprete duma reclamação, a pedido duma quarteirense a residir na Alemanha e que é senhoria de uma fracção que se situa por cima de um ginásio que, segundo diz, produz níveis de ruído incomportáveis, que já motivaram a saída – com os consequentes prejuízos – da respectiva inquilina.

A vereadora Brígida Cavaco ficou responsável pela investigação e resolução do eventual problema.

- o – o – o – o – o - 

publicado por hortense morgado às 21:21
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Quinta-feira, 10 de Fevereiro de 2011

REUNIÃO DE 9 DE FEVEREIRO

Um hipermercado em Quarteira

 

 Quando eu era criança, os meus pais tiveram uma loja. Uma venda, como então se dizia.
Atrás do balcão, a minha mãe ia vendendo um pacote de açúcar, um sabonete, um carrinho de linhas, cinco tostões de rebuçados…

Entrava uma vizinha, levava uma barra de sabão, um par de atacadores e um cartuchinho de cevada.
– Dona Maria, assente ai, faça favor.

Então, a minha mãe sacava do caderninho onde estavam os nomes das freguesas e lá fazia o seu apontamento, que ficava à espera até que uma boa pescaria permitisse à freguesa ir pagar o fiado e… abrir nova conta.

E eu lá atrás, de bibe, numa cadeira baixinha, ia fazendo os trabalhos de casa, consolada com o cheirinho a açúcar amarelo e a cevada torrada.

Dava pouco, a loja pequenina e escura. Dava o que dava, na ajuda ao curto orçamento familiar desde que meu pai voltara irremediavelmente debilitado pelas longas estadias no mar.

Na aldeia, as lojas eram quase todas assim: humildes balcões de madeira, pequeninos, pouca luz, poucas coisas nas prateleiras, poucas moedas a tilintar na gaveta.

Depois o progresso começou a apossar-se de Quarteira. Começaram a abrir novas lojas. Com montras, prateleiras cheias, caixas registadoras. Os fregueses preferiam ter por onde escolher e deram em rarear ainda mais. A loja da Dona Maria não aguentou. Não valia a pena trabalhar para aquecer. Fechou. Morreu como todo o comércio tradicional de então.

Ficaram as lojas de montras iluminadas e caixas registadoras. Cada vez maiores, cada vez mais atractivas. Mas as que vendiam açúcar já não vendiam linhas. As que vendiam linhas não vendiam batatas nem cadernos escolares. Eram papelarias, ou prontos a vestir, ou mercearias, ou drogarias… Quem não quis ou não pôde adaptar-se procurou outro emprego ou resignou-se. Surgira um novo comércio tradicional.

Mas um dia apareceu alguém com novas ideias e montou uma loja maior, com prateleiras e cestos e cada um servia-se a si mesmo e pagava à saída. Chamaram-lhe supermercado. Nascia um novo comércio tradicional.

Este novo comércio tradicional vendia outra vez de tudo: batatas e açúcar; linhas e perfumes; roupa interior e plásticos, congelados e enlatados…

Escapavam poucos géneros: sapatarias, ourivesarias, electrodo-mésticos, livrarias, farmácias e pouco mais - que ainda se consideram hoje o comércio tradicional.

Quarteira crescia. Já não era aldeia. Era uma vila cheia de casas altíssimas à beira-mar e as pessoas iam e vinham e, cada vez mais, enchiam a marginal, no verão. Mas não tínhamos qualquer superfície comercial que satisfizesse a procura. por parte dos banhistas.

Entretanto nasceram novos conceitos para o comércio local: os supermercados cresceram, engordaram e tornaram-se hipermercados e tinham cada vez mais de tudo. As pessoas gostavam, e iam lá por juntar o útil ao agradável: compravam o que precisavam e às vezes o que não precisavam e passavam o tempo passeando por ali.

Mas aquelas lojas cresciam, cresciam, começaram a agregar lojas de todos os tipos, onde os «velhos» comerciantes tradicionais podiam ter o seu próprio espaço, e onde, assim, toda a gente podia encontrar de tudo. Tinham nascido os centros comerciais.

Que um dia irão, por sua vez, tornar-se obsoletos e também deixarão de ser, por sua vez, o comércio tradicional.

 

Veio-me esta reflexão à cabeça quando ontem, à Reunião de Câmara, chegou o pedido de informação para a provável instalação do primeiro hipermercado de Quarteira: um Pingo Doce, à entrada da cidade, na estrada que nos liga a Loulé.

Daqui por umas dezenas de anos, também ele, como a lojinha da Dona Maria, irá dar lugar a um futuro – e agora inimaginável – comércio tradicional.

- o – o – o – o – o -

publicado por hortense morgado às 23:03
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Domingo, 6 de Fevereiro de 2011

Multi-média ou mini-média?

Depois da apresentação da proposta para a requalificação da Rua 25 de Abril, a Câmara Municipal procedeu à inauguração do espaço multimédia do que já se designa por Pólo de Quarteira da Biblioteca Municipal de Loulé.

Provavelmente, o espaço estará funcional mas isso só o futuro poderá demonstrar. A mim, pareceu-me acanhado e sem grandes potencialidades, apesar de estar dotado de excelente tecnologia.

Mas como o senhor presidente da autarquia anunciou o início de obras para breve no espaço que, dantes, era ocupado pela Junta de Freguesia de Quarteira, para aí ser instalada uma extensão da Biblioteca Municipal, poderá ser que, nessa altura, se ganhem novas dimensões e funcionalidades. Para já, este princípio de mediateca é bem melhor do que nada – que era de que dispunha Quarteira.

É tempo de uma cidade com quase 30 mil habitantes poder exibir, com orgulho, as valências de que já gozam muitas vilas espalhadas pelo país.

- o – o – o – o – o -

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publicado por hortense morgado às 15:10
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Sexta-feira, 4 de Fevereiro de 2011

É bom lembrar que...

O sentido dos sentidos

Gerações e gerações, para entraram em Quarteira, usaram o único caminho plausível: aquele que hoje é a Rua 25 de Abril. Mesmo depois de os tempos terem mudado e de o progresso ter dado outras vias de entrada à aldeia de pescadores, que hoje é uma cidade orgulhosa dos seus pergaminhos, é ainda esta rua uma das mais movimentadas.

É por ela que muitos de nós levam ou levaram os seus filhos à escola, e é por ela que o pároco conduz os nossos entes queridos ao cemitério.

Quem, vindo da rotunda que designamos “da BP”, entra na cidade, pode percorrer a referida rua até à Igreja Nª Srª da Conceição e continuar mesmo, se esse for o percurso desejado.

Se o sentido for inverso, aí… a coisa é mais difícil – já que o duplo sentido vai da referida igreja até ao desvio para a escola do primeiro ciclo D. Francisca de Aragão.

O que não se entende é por que motivo a rua tem duplo sentido, naquele curto espaço, dificultando o trânsito, assustando os moradores e condicionando os peões que ali transitam.

Todos sabemos que a Rua da Infância, paralela à Rua 25 de Abril, poderia ser alternativa a esta situação. Deste modo, desviando no cruzamento do banco Banif, passando pelas traseiras do Lar da 3ª idade e Rua da Infância, até à Checul, far-se-ia a circulação descendente, deixando todo o trânsito ascendente para a Rua 25 de Abril, desde a Igreja da Nª. Sª da Conceição, até à rotunda da BP.

Parece-me bem que estes sentidos… fariam mais sentido!

 

Este texto tem quatro anos. Foi escrito por mim em Janeiro de 2007 e publicado no jornal «Carteia» na coluna «Marulhando», que aí mantive regularmente.

 

Afinal… a pólvora já estava descoberta. Só que tardou quatro anos a explodir!

Ontem, foi apresentado o projecto e a empresa projectista revelou ser essa a principal alteração para a requalificação da Rua 25 de Abril.

 

Hortense Morgado

 

- o – o – o – o – o -

publicado por hortense morgado às 18:20
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Quarta-feira, 2 de Fevereiro de 2011

REUNIÃO DE 2 DE FEVEREIRO

Um dia depois das inaugurações

Comemorou-se ontem o aniversário da elevação de Loulé à categoria de cidade.

Os elementos com funções executivas decidiram, por isso,organizar um programa de inaugurações de que me limitei a tomar conhecimento ao mesmo tempo que os órgãos de informação locais.

Por isso, e também porque não estou dispensada dos meus deveres profissionais, apenas me foi possível estar presente no último acto dessas inaugurações: a do Cine-Teatro Louletano.

Devo reconhecer que a remodelação me surpreendeu muito agradavelmente e, por isso, na reunião de hoje, apresentei a seguinte declaração:

Loulé ficou, desde ontem, dotada de um equipamento cultural de excelência que dignifica o Concelho e que dignifica a todos.

Quero por isso deixar aqui expresso o meu apreço a todos os que contribuíram para a decisão, concepção e execução da remodelação do Cine-Teatro Louletano.

 E quero deixar também uma nota positiva que para a inauguração tenham convidado um grande pianista, com raízes locais. Foi um corolário de extremo bom gosto na inauguração.

Por tudo isto, devemos sentir-nos compensados pela demora e pelos incómodos que causou aos louletanos.

Fica desta forma aqui expresso o meu obrigado a todos os que tornaram possível esta obra.

A resposta veio do senhor presidente da Câmara:

Agradeço e reconheço a intervenção da Senhora Vereadora. É um edifício nobre da cidade e é uma grande satisfação esta inauguração.

- O - O - O - O - O - 

 

 

publicado por hortense morgado às 23:53
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