Quinta-feira, 30 de Junho de 2011

REUNIÃO PÚBLICA - 29/JUN

Não fora a presença dos jovens atletas do Grupo Desportivo, e a reunião pública de Câmara, ontem, em Quarteira, não teria registado a presença de mais que meia dúzia de quarteirenses. É uma pena que, em mais de trinta anos de Democracia não se tenha conseguido despertar o empenhamento e a participação cívica dos cidadãos.

 

Dois pontos da «ordem do dia» tiveram especial interesse: o que se referia às alterações ao plano de Vale do Lobo, em Almancil, e o da abertura dos acessos ao supermercado Pingo Doce, prestes a abrir em Quarteira.

Antes da Ordem do Dia

No período de «antes da ordem do dia», suscitei duas questões:

- A organização do espaço das esplanadas do Calçadão de Quarteira e

- A proposta de um Louvor público aos organizadores do Festival Med, de Loulé, e das Marchas Populares de Quarteira.

A esta segunda proposta juntei a sugestão de exibição das Marchas , em Loulé.

ESPLANADAS DO CALÇADÃO DE QUARTEIRA

Recordei que há uns anos, era eu ainda vereadora «de substituição», o senhor Presidente teve uma reunião com os empresários de restauração da zona do Calçadão, com vista a criar uma eventual uniformização nas esplanadas; Mas, de então para cá, que eu saiba, nada mais foi feito; e essa uniformização não foi posta em prática.

Assim,

  • Considerando que os responsáveis do Turismo no Algarve, com grande frequência, fazem apelo para que seja implementado na região um Turismo dito de Excelência;
  • Considerando também que o Calçadão de Quarteira reúne as melhores condições de um agradável e saudável ambiente paisagístico;
  • Considerando, finalmente, que o aspecto pouco cuidado que não só as referidas esplanadas mas também o comércio esporádico em tendas improvisadas transmitem do Calçadão, dando uma imagem de incúria e desordem aos que nos visitam,

perguntei  se os esforços de ordenamento das esplanadas foi abandonado e, se o foi, porquê, e se não seria oportuno retomá-lo.

Resposta:

O senhor presidente respondeu, informando que, perante o desinteresse dos empresários, a autarquia se viu impotente para «obrigá-los» a subordinarem-se a essa uniformização. De resto, acrescentou que, estando nós a atravessar um período de grandes dificuldades, talvez não seja este o momento ideal para se insistir sobre esta matéria.

PROPOSTAS DE LOUVOR

FESTIVAL MED e MARCHAS POPULARES DE QUARTEIRA

Evoquei o facto de, nas últimas semanas, o Concelho de Loulé ter usufruído de dois grandes eventos, autênticos cartazes de qualidade, que dignificam o Município: o Festival Med e às Marchas dos Santos Populares de Quarteira.

Levando em consideração o alto nível de qualidade destes eventos, para além de deixar expressas as minhas felicitações aos responsáveis por ambos os eventos citados,

propus que a Câmara Municipal lhes expresse um merecido LOUVOR PÚBLICO.

 

Carnaval de Verão em Quarteira e Marchas em Loulé?

Num aditamento a esta proposta, apresentei a seguinte sugestão:

a)Reconhecendo que não só o esforço e dedicação de todos os que contribuíram para a realização das Marchas de Quarteira mereceriam uma maior exposição perante os Munícipes e também perante os que nos visitam;

b)     Reconhecendo que o esforço financeiro que a Câmara Municipal e a própria Junta de Freguesia mereceria uma maior rendibilização;

c)Reconhecendo, que – sobretudo nesta época de sacrifício e necessidade de contenção - quaisquer diligências para proporcionar às populações recreio e animação resultam em espectáculos dispendiosos;

d)     Reconhecendo que é um desperdício que toda a estrutura das Marchas se limite praticamente a três noites de espectáculo;

e)Reconhecendo, finalmente, que a Cidade de Loulé dispõe de amplos espaços que muito seriam valorizados com uma maior animação cultural.

sugere-se a organização de um calendário que, eventualmente, possibilitasse que as Marchas de Quarteira pudessem também desfilar em Loulé.

Resposta:

Respondeu, de novo o senhor presidente.

Quanto à proposta de louvor, disse que essa será uma questão a ponderar.

No que respeita a sugestão da possibilidade de as Marchas se exibirem em Loulé, o primeiro responsável pelo Executivo afirmou, sem reservas, apoiar a sugestão, expressando que as deslocações das marchas possam alargar-se a outras freguesias.

Mais ainda: disse que, paralelamente, também o «Carnaval de Verão», que se tem realizado em Loulé, poderia passar a realizar-se em Quarteira.

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publicado por hortense morgado às 18:30
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Segunda-feira, 20 de Junho de 2011

As Marchas Populares de Quarteira

 

A vida moderna vai-nos afastando gradualmente das práticas ancestrais e tradições populares. Entre as que subsistem nem sempre são as mais antigas.

Recordo ainda, dos tempos de infância, os «mastros», a fogueira de Santo António, que a minha mãe não me deixava pular

- que eram «coisas de rapazes»; que era para «gente mais velha»…

Eu amuava mas ficava a ver os outros saltarem… Não, que a minha mãe tinha a mão leve, num tempo em que um sopapo na altura própria não era considerado… violência doméstica ou familiar.

Acabaram as fogueiras, acabaram as festas na «Sociedade», acabaram «os mastros», acabou a feira, acabaram os bailes na esplanada… 

 

Entretanto, e em boa hora, foram criadas as Marchas dos Santos Populares de Quarteira. Incipientes, primeiro, melhorando cada vez mais, mas à semelhança das folclóricas Marchas de Lisboa.

A organização tem acompanhado o evoluir da manifestação, ainda que, por vezes, com decisões controversas como a sua retirada do «miolo» da cidade, transferindo-a para o extremo da marginal.

Nos três anos anteriores, as marchas tiveram mesmo uma organização quase impecável. Este ano, o Calçadão está lindo, nas suas iluminações surpreendentes; e a redução do número de lugares nas bancadas acabou por «bater certo», perante a concorrência daqueles que, em vez de criarem, preferem copiar as receitas de sucesso.

Olhão, Albufeira, Faro e até Salir deram em competir com Quarteira, imitando-lhe as marchas e, consequentemente, disputando o «nosso» público. 

 

É claro que, cada um tem as suas preferências; mas as Marchas dos Santos Populares de Quarteira de 2011 estão lindas. Todas.

Por isso, estão de parabéns todos os que contribuem para que esta festa possa acontecer todos os anos: os figurantes, os coreógrafos, os organizadores, maquilhadores, figurinistas, costureiras, Câmara de Loulé e Junta de Quarteira.

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publicado por hortense morgado às 22:04
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Domingo, 19 de Junho de 2011

A MINHA TERRA TEM MEMÓRIA

 

 

Estive hoje na inauguração de uma exposição muito especial: "Praia de Quarteira - Um século de evolução turística". Trata-se de uma exposição documental sobre os últimos cem anos de Quarteira.

 

Deu-me um prazer particular relembrar aquele meio século que vivemos juntas: a minha memória e a minha terra natal.

 

Pelas minhas recordações desfilaram as lembranças das brincadeiras da infância, os sonhos da juventude, as «longas» viagens de camioneta para a escola de Loulé, as experiências e descobertas de uma adolescência difícil; mas também as personagens que preenchiam a vida desta que foi a «minha» aldeia de pescadores, a festa que era a chegada dos banhistas, a efervescência duma marginal a que a «esplanada» dava cor, vida e som, durante três meses de Verão…

 

 

Um dia destes, vou voltar a visitar a exposição para, com mais tranquilidade, gozar aquela mostra da Quarteira dos meus avós, dos meus pais, a Quarteira da minha Vida.

 

PS: Quero aqui expressar ao engenheiro Luís Guerreiro as minhas felicitações pela excelência, pelo profissionalismo como organizou esta exposição. Mas tam-bém pela forma como soube «beber» e transmitir o espírito da minha Quarteira.

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publicado por hortense morgado às 00:45
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Quinta-feira, 16 de Junho de 2011

REUNIÃO DE CÂMARA 15/JUNHO

Período de antes da Ordem do Dia

No período de Antes da Ordem do Dia, apresentei dois assuntos:

Obras do prolongamento da Av. Sá Carneiro

Desde que, no dia 13 de Maio – dia da cidade de Quarteira –, o empreiteiro que está a proceder às obras do prolongamento da Av. Sá Carneiro abriu uma faixa alternativa para possibilitar o trânsito no sentido Sul-Norte, nunca mais houve qualquer preocupação em proceder a qualquer arranjo ou reparação nesse pavimento de terra batida.

Ora, em virtude das escorrências provocadas pelas águas subterrâneas, esse curto troço degradou-se rapidamente, tornando a circulação muito difícil, a exigir muita perícia por parte dos condutores e esforço às viaturas.

Não poderia a fiscalização dar uma vista de olhos a essa situação, exigindo providência por parte do empreiteiro?

Resposta:

O senhor Presidente afirmou que iria mandar averiguar e, se necessário, tomar providências para resolver a situação.

Conclusão:

No final da tarde desse mesmo dia pude comprovar que os buracos que se apresentavam em piores condições foram cobertos com terra e gravilha, numa solução provisória, já que se adivinha, para breve, a entrada em funcionamento de nova faixa de rodagem.

 

Proposta de criação de uma Loja Social em Quarteira

Há algum tempo, sugeri, em conversa privada, à senhora Vereadora Teresa Menalha a eventualidade de a autarquia poder promover a instalação duma loja social em Quarteira

Nessa altura, julguei entender que a senhora Vereadora afirmou que já existe em Loulé uma Loja Social e que poderia ser equacionada, eventualmente, vir a ser instalada outra em Quarteira.

Considerando que as condições de vida das pessoas, particularmente das mais carecidas, nos tempos difíceis que atravessamos, se agravam a cada dia que passa, voltei a insistir na necessidade de criação de lojas sociais no Município.

E, para que não se pensasse que, com esta sugestão pretenderia apenas atirar responsabilidades para os Serviços Sociais da CML, apresentei, de imediato, a minha disponibilidade para a colaboração que, para esse efeito, venha a ser considerada necessária e conveniente.

Resposta

O senhor Presidente quis saber onde funciona a mencionada Loja Social de Loulé, uma vez que desconhecia a sua existência, tendo a senhora Vereadora Teresa Menalha informado que se referia a uma iniciativa da IPSS Existir (Associação para a Intervenção e Reabilitação de Populações Deficientes e Desfavoráveis).

Perante esta resposta, o senhor Presidente sugeriu que se estudasse a viabilidade da minha proposta junto de outra IPSS de implantação local em Quarteira.

 

Assuntos da Ordem do Dia

Sobre competências da EM Infralobo

Acerca dum processo de pedido de aprovação de um projecto de obras

de urbanização na freguesia de Almancil em que o requerente afirma que junta um “aditamento à memória descritiva que responde detalhadamente ao PARECER da Infralobo”, uma vez que nem esse parecer nem a respectiva resposta constam da documentação que foi fornecida aos Vereadores, apresentei a seguinte questão:

Gostaria de saber se a Infralobo tem competências para solicitar a dar pareceres aos requerentes que, em meu entender, deveriam apenas competir à Divisão de Urbanização.

Resposta:

A resposta veio através do senhor director do Departamento que esclareceu que a Empresa Municipal Infralobo apenas funciona como uma ponte, para agilizar e facilitar os processos de gestão; mas que toda a responsabilidade para pedir esclarecimentos e dar pareceres pertence, logicamente, ao Departamento de Administração do Território, através da Divisão de Urbanismo.

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publicado por hortense morgado às 19:24
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Domingo, 12 de Junho de 2011

Escola e Comunidade de mãos dadas

Mercado Medieval em Boliqueime

A sociedade habituou-se a ver na Escola um mero instrumento. O instrumento a que todos temos o direito de tudo exigir e ao qual nada somos obrigados a dar.

Exigimos que seja a Escola o «depósito» dos nossos meninos enquanto estamos a trabalhar ou até a preguiçar mas, quando somos chamados a uma reunião de pais, raramente temos tempo para gastar duas horas a saber como podemos colaborar.

Exigimos à Escola que ensine às nossas crianças e aos nossos jovens tudo aquilo que lhes há-de fazer falta na vida e para a vida, libertando-nos, assim, da maçada de termos de explicar-lhes o que eles devem fazer e como devem fazer.

Exigimos à Escola que eduque convenientemente os nossos filhos, incutindo-lhes princípios de vida, formas de convivência em sociedade e normas de vida democrática, como se não fossem as Famílias as primeiras responsáveis por essa educação.

Por sua vez, a Escola enforma-se num mundo fechado à Sociedade e à Família, onde só ela tem o direito de definir o que - e como – ensinar; um mundo especial, de especialistas, um mundo, a vários níveis, aristocrático e elitista.

Essa é a norma geral que todos nós, em maior ou menor grau, experimentámos. Mas esta regra geral admite, felizmente, honro-síssimas excepções, em que a vida escolar se abre à comunidade e em que esta corresponde, grata e entusiasticamente.

Fui convidada, há dias, na qualidade de autarca municipal, para participar, em Boliqueime, numa dessas demonstrações de mútua participação: a representação dum mercado medieval, em que alunos e professores foram promotores e protagonistas principais.

A comunidade boliqueimense respondeu positivamente. O resultado foi uma festa, um dia diferente, uma alegria de cor e movimento.

 

Para acabar com a dicotomia Escola/Sociedade, é pouco? É!

Mas foi um primeiro passo. E sabemos que um primeiro passo é sempre o mais difícil de dar.

Por isso saúdo Boliqueime e a sua comunidade escolar; desejando que, a este primeiro passo, se sigam, rápida e conscientemente, um segundo, um terceiro… Até que Escola e Comunidade consigam uma perfeita comunhão.

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publicado por hortense morgado às 00:01
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Terça-feira, 7 de Junho de 2011

Na festa dos Pescadores

No passado fim-de-semana tivemos a Festa do Pescador, a que agora chamam Festa dos Petiscos do Pescador.

É uma das festas mais significativas de Quarteira, ainda que não seja tão bem tratada como deveria ser.

Assim mesmo, todo o Quarteirense que se preza não falta ao evento. Para mim, é como que uma espécie de peregrinação à memória da minha querida «aldeia de pescadores», não fosse eu própria, filha e neta de pescadores.

Nasci numa família de pescadores. Meu avô, meu pai, meus tios foram pescadores; e ainda hoje, alguns primos exercem essa actividade.

Por isso, o meu reconhecimento ao pescador é, não apenas o respeito pela bravura com que enfrentam o dia a dia; não é só uma forma de homenagear a arte da pesca.

 

A homenagem ao dia do pescador é, portanto, também uma homenagem ao meu pai, homem anónimo, que, fez do mar a sua “forma de vida”, enquanto a saúde lhe permitiu. A saúde que o mar também lhe roubou. 

Esta é, pois, a minha homenagem, para ti, pai, onde estiveres.

 - o - o - o - o - o -

publicado por hortense morgado às 19:37
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Quinta-feira, 2 de Junho de 2011

DIA DO MUNICÍPIO

Quinta-feira da Espiga – o dia em que os católicos festejam a Ascensão – rituais religioso e pagão de mãos dadas.

Era neste dia que, antigamente, se colhiam e abençoavam os primeiros frutos da terra, e com isso se dava início a uma série de festas campestres do ano.

O desabrochar do alento primaveril convidava à comunhão da merenda e do bailarico na natureza. As terras despovoavam-se e, ao fim da tarde, no regresso ao lar, trazia-se o «ramo» que simbolizava a fartura e a harmonia para a família.
O ramo trazia espigas de trigo, ramo de oliveira, papoilas e malmequeres campestres amarelos e brancos. Os primeiros significavam o pão e o azeite para todo o ano, o vermelho da papoila simbolizava a alegria de viver e o ouro e a prata – o bem-estar material – espelhavam-se nos malmequeres.

A festa era tão significativa que muitas vilas e aldeias fizeram dela a «sua festa» - um dia de descanso suplementar, dedicado à alegria. E também à esperança.

Loulé consagra-lhe o «Dia do Município» mesmo que a tradição… já não seja o que era. Só Salir mantém, ainda que de modo sofisticado, a memória do tempo.

Por isso, poucos se aperceberam da alvorada de morteiros, no dia em que uma entidade da minha terra - a QUARPESCAS - foi galardoada com a Medalha de Prata do Municio – um dos momentos altos da festa de hoje.

E por isso também, poucos acorreram ao hastear da Bandeira com que se deu início à festividade, cerimónia a que não quis faltar - ainda que, para tal, tenha de ter sacrificado meio dia das minhas férias.

Porque tenho orgulho de ter nascido neste Município, porque me orgulho de pertencer ao seu Executivo Municipal.

- o - o - o - o - o -

publicado por hortense morgado às 17:00
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Quarta-feira, 1 de Junho de 2011

A POLÍTICA E A GRIANÇA

Comemora-se hoje o Dia Mundial da Criança

 

Tudo está dito sobre a protecção que é devida à infância, desde quem em Novembro de 1959, a Assembleia-Geral das Nações Unidas aprovou a Declaração dos Direitos da Criança.


"A protecção das crianças contra a violência, abusos e exploração é uma componente essencial da defesa dos seus direitos. É indispensável prevenir e responder a situações de violência, incluindo a exploração sexual, o tráfico, o trabalho infantil ou práticas discriminatórias e nefastas como a mutilação genital feminina e o casamento precoce mediante a criação de um ambiente protector onde a criança se sinta respeitada e segura"  - estas são palavras da UNICEF.

 

Mas se tudo está dito, se todos estão de acordo, a verdade é que, no mundo egoísta em que vivemos, no mundo de palavras bonitas ditas por políticos «de plástico», falta o principal: estender os princípios definidos a todas as crianças do mundo.

----- H.M. -----

 

PS: A reunião de Câmara de 25 de Maio foi pública. Como de costume, apenas duas ou três pessoas marcaram presença; para resolverem problemas pessoais e particulares. Apenas. Nada que interesse à comunidade; nada de importante para as suas terras.

Fará ainda sentido, neste mundo egoísta, dominado por políticos interesseiros, presunçosos e fátuos, falar em democracia participada ou em democracia participativa?

- O - O - O - O - O -

 

publicado por hortense morgado às 10:01
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