Sexta-feira, 13 de Novembro de 2009

Na espuma do pensamento

Uma falência

Ela está prestes a perder tudo. Até a esperança.

 

O supermercado de Quarteira onde trabalha há tantos anos, está prestes a “dar a alma ao Criador”. O dono faliu e agora estão prestes a falir os projectos da vida desta mulher.


Lamentava-se a pobre: E agora? Quem vai dar trabalho a uma mulher com quase cinquenta anos? Ninguém…

 

 A não inclusão no mercado de trabalho dos menos preparados, ou por razão de deficiência, cultura, sexo, e preconceito, traz repercussões negativas e deixa antever uma sociedade ferida num dos seus princípios fundamentais – a igualdade!

A complexidade da sociedade moderna permitiu que se corrompessem valores e proliferasse o racismo, a xenofobia, a intolerância, contrariando os direitos humanos, num espaço que se quer de todos e para todos.

A definição de uma política social capaz de interagir com a comunidade desfavorecida, será um contributo inquestionável, no caminho da inclusão e inserção social.

Compete, naturalmente, à sociedade e, sobretudo, aos seus mais altos responsáveis, neutralizar as causas e os efeitos das práticas sociais de hostilidade.

Urge, assim, uma maior sensibilidade para questões tão importantes como a defesa dos direitos humanos e a procura do espaço que a todos pertence.

(extracto do «Marulhando», que publiquei em Janeiro 2007, no jornal Carteia)
 
A questão do emprego na nossa região é, em muito, consequência do sistema económico instalado, no qual o progresso tecnológico é acompanhado pelas correspondentes qualificações dos trabalhadores.
 
Assim as ebulições no mercado de trabalho provocados por uma crise, motivam que grande número de pessoas com idade avançada e desqualificadas, ao saírem, não encontram onde se empregar, formando bolsas de miséria, ou de miséria envergonhada, focos de «patologias sociais» de difícil controlo.
 
Para esta situação de semi-exclusão é forçoso que os governos e os municípios se esforcem por encontrar os antídotos capazes de permitir a esses cidadãos uma sobrevivência condigna.

 

 

publicado por hortense morgado às 20:37
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