Quinta-feira, 14 de Julho de 2011

Os Reis da Cambalhota

Esta novela sobre as lamentáveis cambalhotas circenses do secretariado da Concelhia do PS e respectivos boys está a chegar ao fim. Nela se relatam procedimentos que acabam por justificar as razões por que o PS/Loulé está moribundo, numa agonia lenta desde que Joaquim Vairinhos deixou de puxar a carruagem da Juventude Socialista e que levou a machadada final quando Vítor Aleixo se demitiu do secretariado da Concelhia.

Depois deles só um vazio, onde só os yes-men dos chefes têm lugar e onde se não aceita quem possa inovar, trazer sangue e ideias novas. Não, que esses ainda podiam querer ocupar os lugares dos «chefes» e seus lacaios!...

E depois estranham que os munícipes não colaboram, não aparecem, não acreditam nos «políticos»!

Capítulo 5º

Os «novos rumos» dos manipuladores

Vale a pena recordar os actos recentes daqueles que, há menos de um mês berravam a plenos pulmões que “Sim. Estamos contigo, José Sócrates” e hoje,

 

conforme a oportunidade e as circunstâncias, se arvoram em apoiantes de Seguro ou de Assis «desde os tempos do infantário».

São esses que usaram de canhestras «habilidades burocráticas» para que não fosse cumprida a filosofia e a letra dos estatutos do partido.  

São esses que manipularam descaradamente as assembleias para escamotearem a realidade, jogando conforme as suas conveniências pessoais. 

São esses que, ao assumirem a liderança das estruturas locais do PS,

* prometeram dar-lhe um «Novo Rumo»; e deram: quebraram as pontes que tinham começado a ser laçadas à sociedade para que “o centro da vida política fosse a dignidade das pessoas, a satisfação das suas necessidades fundamentais, a sua autonomia e a luta pela concretização das suas aspirações pessoais e profissionais” (As palavras são do discurso de Seguro);

* Prometeram dar-lhe um «Novo Rumo» - e deram: interromperam a informação regular aos militantes e restantes cidadãos, «matando» a newsletter mensal do PS/Quarteira, o blog actualizado, o boletim trimestral, impedindo, assim, de “reforçar o PS como uma plataforma credível, dinâmica e aberta. (As palavras são, de novo, do discurso de Seguro);

* Prometeram dar-lhe um «Novo Rumo» - e deram: deixaram de cumprir as reuniões da assembleia-geral de militantes e de dar dignidade e forma legal às do secretariado;

* Prometeram dar-lhe um «Novo Rumo» - e deram: conseguiram em quatro actos eleitorais os piores resultados de sempre para o Partido Socialista, no concelho de Loulé. 

 

São esses mesmos que «retiraram a confiança política» a uma vereadora eleita não só porque esta usa o seu livre arbítrio para emitir as suas próprias e reflectidas opiniões, rejeitando ser «o papagaio do dono» mas, sobretudo, porque esta se recusou a usar de tráfico de influências na defesa de interesses particulares, mascarando o apoio às conveniências de alguns, como se estas pudessem ser encaradas como questões de «disciplina partidária».

 

São esses senhores (eles, não sei porquê, não gostam que lhes chamem senhores) que não perceberam que a vereadora só não lhes retirou a confiança política porque, efectivamente, nunca lhes deu essa confiança, porque nunca teve razões para dar qualquer confiança: fosse de natureza política, social ou pessoal.  

Esses senhores (?!) andam por aí: lideram ou lideraram a Secção do PS/Quarteira e a Concelhia do PS/Loulé.  

E em vez de se demitirem - seguindo a atitude digna de José Sócrates - por reconhecerem o mau trabalho (o pior em todo

 

o país) com que contribuíram para a derrota socialista - apressaram-se a atracar-se a novos «guarda-chuvas, na esperança de que alguém lhes atribua uns restos de importância… que não têm.

 

Próximo capítulo e epílogo: Recuso ver neles «compagnons de route»

- o – o – o – o – o –

 

REUNIÃO DE CÂMARA DE 13 DE JULHO

 Onde se fala de rotundas, de acessos e de... confusões

A reunião de Câmara de ontem não passaria de rotineira se não fossem as confusões que, injustificadamente, foram levantadas acerca do projecto dos acessos ao novo mercado Pingo Doce, em Quarteira, e da construção de uma nova rotunda em Almancil, no acesso a Quarteira, via Fonte-Santa - rotunda, aliás, há muito reclamada pelos almancilenses.

Finalmente, ambas as questões acabaram por ser aprovadas - ainda que não por unanimidade - reconhecendo-se que… não existem alternativas às propostas.

- o - o - o - o - o - 

publicado por hortense morgado às 08:57
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