Sábado, 9 de Julho de 2011

Os Reis da Cambalhota

  • Nos capítulos anteriores, procurei situar a questão PS-Quarteira-Loulé pois, aproveitando o meu silêncio discreto, aqueles que eu um dia considerei serem meus «pares», foram espalhando boatos, distorcendo as verdades, numa tentativa de, junto dos quarteirenses, se situarem como «os bons», enquanto eu seria uma espécie de «traidora» só porque não aceito a manipulação, as manobras de bastidores, as tentativas de que use o meu cargo de vereadora como instrumento de tráfico de influências. E, sobretudo, porque recuso servir apenas como eco dos pensamentos e atitudes desses tais «bons» para servir os seus fins.
  • Pois a verdade está aí. Mais: é uma verdade insofismável e da qual tenho provas que poderei exibir se e quando necessário.

Capítulo 3º

A filosofia de um candidato 

A filosofia que José Seguro expressa no discurso em que assumiu a sua candidatura coloca a «ética e a transparência como matrizes».

Repetiu ainda em entrevistas outros argumentos desse seu discurso. Disse, então, que pretende um partido onde haja «liberdade de decidir apenas e só em função do bem comum”; «um PS solidário e que respeite a diferença de opinião»; onde «é preciso saber ouvir para depois decidir».

O candidato à liderança socialista é muito claro quando define que «cada militante tem a sua opinião e cada opinião deve ter a oportunidade de ser escutada e debatida», para «reforçar o PS como uma plataforma credível, dinâmica e aberta» - mas onde se abram «janelas para que entre o ar fresco», «num espaço de partilha, discussão e reflexão. Todos em pé de igualdade».

Apoio cada uma das palavras de José Seguro. Foram sempre esses os procedimentos que usei, tendo a «ética e a transparência como matrizes».

E, ao contrário, quais foram os procedimentos dos que agora correm a apoiá-lo (ou a usá-lo como flor de esperança que os mantenha à tona de água?

Vejamos:  

 

 

 

Quando informei o então presidente da concelhia de Loulé, «deputado da Nação», de que era minha intenção concorrer à Junta de Freguesia de Quarteira, achou que poderia ser uma boa ideia mas que se tinha, há mais de um ano, prometido o seu apoio a outro candidato – que já fora escrutinado três vezes, saindo sempre perdedor (faltavam mais de 3 anos para as eleições).

Confidenciou ainda que esse candidato não tinha qualquer programa nem qualquer ideia para Quarteira, mas que já estava comprometido com ele a manteria a palavra.

 

Essa é a ideia que os apoiantes de Seguro têm do que seja «liberdade de decidir apenas e só em função do bem comum”.  

Na altura própria, proposta por unanimidade, pelo secretariado de Quarteira, convoquei uma assembleia geral de militantes para apresentar o meu programa.

Foi liminarmente recusada essa apresentação, sem que tivesse sido, pelo menos, discutida.

Essa é a ideia dos apoiantes de Quarteira e Loulé de António José Seguro do que seja «preciso saber ouvir para depois decidir». 

 

Perante o parecer da Comissão Disciplinar Nacional do PS de que ao contrário do que pretendia o secretariado de Loulé, deveria ser o secretariado de Quarteira a apresentar os seus candidatos, sob a «batuta» do actual presidente da concelhia de Loulé, foram usadas manobras irregulares para que a Federação de Faro aceitasse o seu candidato. Numa reunião para onde foram convidados os militantes de Quarteira mas… avisados à partida de que não poderiam usar a palavra.

Esta é a concepção dos anteriores e actuais responsáveis pelas estruturas socialistas – e agora apoiantes de Seguro) do que é «um espaço de partilha, discussão e reflexão. Todos em pé de igualdade».

 

Não haja dúvidas: Seguro, está «seguro» com gente desta que num momento defende uma coisa, fazendo diametralmente o contrário!

 

Continua no 4º capítulo«A não verticalidade dos «novos fiéis» - onde se demonstra a sua coerência, a sua transparência, a sua honestidade política, o seu desinteresse pessoal.

- o - o - o - o- o -

NOTA: Na altura própria (como se pode verificar através da data) lancei esta «postagem». Não me apercebi, então, de que ficara retida na página de «rascunhos» e só através de avisos de pessoas amigas tomei conhecimento de que faltava o «Capítulo 3º» e, posteriormente, pude remediar. Do facto me lamento e peço desculpa aos meus leitores.

- o - o - o - o - o -

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publicado por hortense morgado às 23:34
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