Domingo, 10 de Julho de 2011

Os Reis da Cambalhota

Capítulo 4º.

A não verticalidade dos «novos fiéis»

Tem esta «novela folhetinesca» uma dupla finalidade. A primeira trata-se de uma abordagem sobre o carácter do que tem sido a actuação do secretariado da Concelhia do PS nos últimos seis anos e dos respectivos «satélites».

A segunda finalidade… bem, tenham a paciência para aguardar o 6º capítulo, que será o epílogo destas considerações sobre factos lamentavelmente reais.

 

Estamos contigo, Zé Sócrates…oh! perdão; contigo, Zé Seguro… perdão; contigo, Xico Assis!

As ideias de Seguro, referidas no capítulo anterior, que anunciam um novo ciclo que defenda a transparência, que defenda que é preciso «saber ouvir para depois decidir», que defenda que «são as decisões dos militantes que devem determinar os candidatos a cargos políticos», não agradou a todos, acérrimos defensores dos privilégios dos «donos» do partido; e por isso, alguns viraram-se para o outro candidato - Assis.

 O pior é que também este na sua moção política (pág. 32) é muito claro, ao pretender que um “aprofundamento democrático se faça com a introdução de eleições primárias em que participem militantes, simpatizantes e eleitores, para o efeito registados”.

Havia ainda uma possibilidade: a de que a «corrente de opinião» da Esquerda Socialista se mantivesse «neutra». Correram a abrigar- -se ao guarda-chuva dessa Esquerda Socialista.. 

 

Azar! - desde o primeiro momento que essa corrente de opinião «propõe a instituição do sistema de eleições primárias para a escolha dos candidatos do PS às eleições autárquicas, regionais, legislativas, europeias e presidenciais». 

Tramados por todos os lados, aos «figurões» só lhes restaria um caminho, se merecessem alguma «confiança política», se mere-cessem alguma credibilidade: Retirarem-se; remeterem-se à sua incapacidade para liderar nem que seja um par para a «suecada». 

 

Mas, para o fazerem teriam de ter um mínimo de «verticalidade».

Não a possuindo… restava-lhes jogar a moeda ao ar. Foi o que fizeram: uns apoiam uma «facção» e os restantes, a outra.

Estava demonstrada a sua coerên-cia,a sua transparência, a sua hones-tidade política, o seu desinteresse pessoal.

 

Continua no 5º Capítulo: Os «novos rumos» dos manipuladores – quem foram e quem são. (o passado recente dos seguidres da força das ideias para novos rumos e novos ciclos louletanos)

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Sábado, 9 de Julho de 2011

Os Reis da Cambalhota

  • Nos capítulos anteriores, procurei situar a questão PS-Quarteira-Loulé pois, aproveitando o meu silêncio discreto, aqueles que eu um dia considerei serem meus «pares», foram espalhando boatos, distorcendo as verdades, numa tentativa de, junto dos quarteirenses, se situarem como «os bons», enquanto eu seria uma espécie de «traidora» só porque não aceito a manipulação, as manobras de bastidores, as tentativas de que use o meu cargo de vereadora como instrumento de tráfico de influências. E, sobretudo, porque recuso servir apenas como eco dos pensamentos e atitudes desses tais «bons» para servir os seus fins.
  • Pois a verdade está aí. Mais: é uma verdade insofismável e da qual tenho provas que poderei exibir se e quando necessário.

Capítulo 3º

A filosofia de um candidato 

A filosofia que José Seguro expressa no discurso em que assumiu a sua candidatura coloca a «ética e a transparência como matrizes».

Repetiu ainda em entrevistas outros argumentos desse seu discurso. Disse, então, que pretende um partido onde haja «liberdade de decidir apenas e só em função do bem comum”; «um PS solidário e que respeite a diferença de opinião»; onde «é preciso saber ouvir para depois decidir».

O candidato à liderança socialista é muito claro quando define que «cada militante tem a sua opinião e cada opinião deve ter a oportunidade de ser escutada e debatida», para «reforçar o PS como uma plataforma credível, dinâmica e aberta» - mas onde se abram «janelas para que entre o ar fresco», «num espaço de partilha, discussão e reflexão. Todos em pé de igualdade».

Apoio cada uma das palavras de José Seguro. Foram sempre esses os procedimentos que usei, tendo a «ética e a transparência como matrizes».

E, ao contrário, quais foram os procedimentos dos que agora correm a apoiá-lo (ou a usá-lo como flor de esperança que os mantenha à tona de água?

Vejamos:  

 

 

 

Quando informei o então presidente da concelhia de Loulé, «deputado da Nação», de que era minha intenção concorrer à Junta de Freguesia de Quarteira, achou que poderia ser uma boa ideia mas que se tinha, há mais de um ano, prometido o seu apoio a outro candidato – que já fora escrutinado três vezes, saindo sempre perdedor (faltavam mais de 3 anos para as eleições).

Confidenciou ainda que esse candidato não tinha qualquer programa nem qualquer ideia para Quarteira, mas que já estava comprometido com ele a manteria a palavra.

 

Essa é a ideia que os apoiantes de Seguro têm do que seja «liberdade de decidir apenas e só em função do bem comum”.  

Na altura própria, proposta por unanimidade, pelo secretariado de Quarteira, convoquei uma assembleia geral de militantes para apresentar o meu programa.

Foi liminarmente recusada essa apresentação, sem que tivesse sido, pelo menos, discutida.

Essa é a ideia dos apoiantes de Quarteira e Loulé de António José Seguro do que seja «preciso saber ouvir para depois decidir». 

 

Perante o parecer da Comissão Disciplinar Nacional do PS de que ao contrário do que pretendia o secretariado de Loulé, deveria ser o secretariado de Quarteira a apresentar os seus candidatos, sob a «batuta» do actual presidente da concelhia de Loulé, foram usadas manobras irregulares para que a Federação de Faro aceitasse o seu candidato. Numa reunião para onde foram convidados os militantes de Quarteira mas… avisados à partida de que não poderiam usar a palavra.

Esta é a concepção dos anteriores e actuais responsáveis pelas estruturas socialistas – e agora apoiantes de Seguro) do que é «um espaço de partilha, discussão e reflexão. Todos em pé de igualdade».

 

Não haja dúvidas: Seguro, está «seguro» com gente desta que num momento defende uma coisa, fazendo diametralmente o contrário!

 

Continua no 4º capítulo«A não verticalidade dos «novos fiéis» - onde se demonstra a sua coerência, a sua transparência, a sua honestidade política, o seu desinteresse pessoal.

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NOTA: Na altura própria (como se pode verificar através da data) lancei esta «postagem». Não me apercebi, então, de que ficara retida na página de «rascunhos» e só através de avisos de pessoas amigas tomei conhecimento de que faltava o «Capítulo 3º» e, posteriormente, pude remediar. Do facto me lamento e peço desculpa aos meus leitores.

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Domingo, 3 de Julho de 2011

BASTA !!!

Palavras de explicação

Por muito pacientes e tolerantes que sejamos, há sempre um limite.  

Não me preocupam aqueles que não toleram que uma mulher se lhes possa superiorizar. É um problema deles; não da mulher que tencionem enxovalhar.  

Não me preocupa que um qualquer que queira evidenciar-se não consiga que os seus concidadãos lhes demonstrem respeito ou consideração, enquanto o demonstram a quem se limita a procurar servir a comunidade com boa vontade e eficácia.  

Não me preocupam aqueles que, por preguiça, incapacidade ou por estupidez natural, não consigam o êxito, a inscrição na Ordem, ou o grau académico que outros atingem com muito trabalho e sacrifício, mas sem cunhas, sem muletas, sem favores partidários. A inveja e a frustração será problema desses inenarráveis "boys and girls"; não de quem nada deve a ninguém.  

 

Mas chateia-me – desculpem lá o termo – que me caluniem, que mintam a meu respeito, que regurgitem o seu ódio, a humilhação e a inveja, falseando junto de meus amigos e familiares.  

Por isso, é hora de dizer «Basta!» e é também a hora de, sem outra intenção que não seja repor a verdade, mostrar o verdadeiro carácter desses pobres de espírito.

 

E porque a história vem de longe e é comprida, vou dividi-la em meia dúzia de capítulos, para não saturar os meus leitores. Gota a gota. Aqui vos deixo o primeiro:

Os Reis da Cambalhota

 Capítulo 1º.

Sócrates? Quem é Sócrates? hum… não conheço…

Até à noite da confrangedora derrota do Partido Socialista no acto eleitoral de 5 de Junho, a denominada «família socialista» dizia-se firme e coesa e, em pleno congresso, os delegados de todo o país juraram fidelidade eterna a José Sócrates.

Foi assim em todo o país, foi assim no Algarve; foi assim no concelho de Loulé – todos «socráticos» até à raiz dos cabelos.

Uma semana depois, o partido foi apeado do poder e, antes que Sócrates anunciasse que iria aprender Filosofia para Paris, já se viam os «incondicionais socráticos» a buscarem lugar junto daquele que, há anos, mal sufocava a ânsia de abocanhar a cadeira do futuro filósofo.

Ei-los, sorridentes e subjugados pela aura de José Seguro, à cata da posteridade de imagens televisivas, os líderes socialistas do Algarve, babados de gozo e bajulação, a procurarem a sombra protectora daquele que pensam estar melhor colocado para o lugar de líder do partido.

Com olhar esbugalhado e ar aparvalhado, certamente terão respondido a alguém:

– Sócrates? Quem é Sócrates? Hum… não conheço…

 

Continua no 2º capítulo: «Um Novo Ciclo»

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Quarta-feira, 1 de Junho de 2011

A POLÍTICA E A GRIANÇA

Comemora-se hoje o Dia Mundial da Criança

 

Tudo está dito sobre a protecção que é devida à infância, desde quem em Novembro de 1959, a Assembleia-Geral das Nações Unidas aprovou a Declaração dos Direitos da Criança.


"A protecção das crianças contra a violência, abusos e exploração é uma componente essencial da defesa dos seus direitos. É indispensável prevenir e responder a situações de violência, incluindo a exploração sexual, o tráfico, o trabalho infantil ou práticas discriminatórias e nefastas como a mutilação genital feminina e o casamento precoce mediante a criação de um ambiente protector onde a criança se sinta respeitada e segura"  - estas são palavras da UNICEF.

 

Mas se tudo está dito, se todos estão de acordo, a verdade é que, no mundo egoísta em que vivemos, no mundo de palavras bonitas ditas por políticos «de plástico», falta o principal: estender os princípios definidos a todas as crianças do mundo.

----- H.M. -----

 

PS: A reunião de Câmara de 25 de Maio foi pública. Como de costume, apenas duas ou três pessoas marcaram presença; para resolverem problemas pessoais e particulares. Apenas. Nada que interesse à comunidade; nada de importante para as suas terras.

Fará ainda sentido, neste mundo egoísta, dominado por políticos interesseiros, presunçosos e fátuos, falar em democracia participada ou em democracia participativa?

- O - O - O - O - O -

 

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Sexta-feira, 13 de Maio de 2011

QUARTEIRA - DOZE ANOS DE CIDADE

Festeja-se hoje, o 12º ano de elevação de Quarteira a cidade.

 

Na nossa memória de vida prendem-se as recordações dos tempos em que foi aldeia de pescadores, subiu a vila e, finalmente, a cidade.

Da aldeia de pescadores muito pouco resta; transmudou-se, com o tempo e com o progresso. Hoje, para além dos catálogos das agências de viagens, ninguém mais se recorda da velha aldeia piscatória. 

 

Mas a evolução de uma terra, não passa apenas pela sucessão de “títulos” e, por isso, há ainda um longo caminho a percorrer.

Hoje, Quarteira, arrisca-se a ser apenas um dormitório e uma cidade cheia de casas vazias à espera da visita dos seus proprietários, uma vez por ano.

Não basta a Quarteira o sol e a praia; não lhe basta redes viárias, bons hotéis e boa restauração. É preciso inovar, empreender e sobretudo apostar.

A Quarteira falta-lhe ainda “carisma”; e somos nós, quarteirenses, que temos de lutar por isso. É preciso impregná-la de uma identidade própria. Algo que a torne diferente. Algo que, nos orgulhe enquanto quarteirenses residentes e que, simultaneamente, nos distinga enquanto anfitriões na arte de bem receber.

 

Mais importante que aquilo que já temos, é lutar por aquilo que ainda não temos.

- o – o – o – o – o -

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publicado por hortense morgado às 00:07
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Terça-feira, 26 de Abril de 2011

25 DE ABRIL

De cravo ao peito

Passaram 37 anos sobre a madrugada em que os Capitães de Abril restauraram a Liberdade em Portugal.

Soubemos preservá-la? O futuro dirá mas, de momento, não é líquida a certeza de que soubemos fazer uso dela.

Temos a Liberdade dum regime democrático, temos o poder autárquico, temos liberdade de imprensa, de reunião, de palavra e de movimentos.

Temos desenvolvido no país melhores escolas, hospitais, vias de comunicação.

Mas há ainda Abris por cumprir: a Igualdade e a Fraternidade.

Esperemos que o momento difícil que o País atravessa dê aos homens a quem compete traçar os rumos pátrios a sageza suficiente para trazer a Paz Social e a Solidariedade, sem o que não cumpriremos o destino duma Nação, dum Povo.

Para que possamos voltar a ser num Portugal feliz, de cravo ao peito.

 

P.S. - Esta semana não haverá reunião do executivo autárquico, uma vez que, por causa das mini-férias da Páscoa, se tornou impossível organizar o necessário expediente.

- o - o - o - o - o -

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Sexta-feira, 22 de Abril de 2011

VOTOS PARA TODOS OS MUNÍCIPES


 

Da Vereadora

 

HORTENSE MORGADO


- o - o - o - o - o -

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Terça-feira, 8 de Março de 2011

DIA DA MULHER

Em todo o mundo se festeja, hoje, o "Dia da Mulher". Por isso, neste «pequeno» grande espaço,

 

- Quero endereçar as minhas felicitações a todas as mulheres que, pela forma de estar na vida, se impõem numa sociedade que, apesar de tudo, muitos ainda teimam em manter como de predominância masculina.

 

- Quero aproveitar esta data para convidar todas as mulheres à reflexão do seu verdadeiro papel de dinamizadoras, com direitos e deveres numa participação activa em todos os parâmetros em que se envolve, seja na família, na política ou na cultura.

 

- Quero lembrar aquele bem precioso que o 25 de Abril nos deu: a efectiva emancipação e promoção da mulher, ou seja: a igualdade de direitos e de oportunidades em todas as áreas, numa sociedade que cada vez mais precisa de nós.

 

- Quero frisar que a Mulher pode trazer à sociedade maior sensibilidade e mesmo - por que não dizê-lo? - maior humanização da própria sociedade, seja pelas provas dadas na gestão de suas casas, seja nas responsabilidades que assumem na educação, nos valores cívicos, éticos, culturais e morais.

 

Por tudo isto,

 

- Quero aqui deixar a todas as mulheres da minha terra, o meu reconhecimento por serem capazes de serem "Mulheres" no verdadeiro sentido elevado da palavra.

 

Hortense Morgado

 

- O - O - O - O - O -

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publicado por hortense morgado às 08:26
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Sexta-feira, 21 de Janeiro de 2011

QUE SORTE TEM MANUEL ALEGRE !

Se fosse militante do PS em Loulé, já não poderia pensar pela sua própria cabeça…

Estamos a poucas horas de ir às urnas escolher o Presidente da República para os próximos cinco anos.

Votar é um direito de um dever. É, antes de mais, um acto de cidadania.

Chegou ao fim uma campanha eleitoral que parecia que nunca mais acabava; uma campanha que pouco esclareceu. Ou nada. A maior parte dos portugueses já sabia a quem iria dar o seu voto, muito antes de começar a campanha.

Sempre que me foi possível, ouvi debates e declarações e, de cada vez, mais surpreendida ficava com a aridez dos argumentos, com a vacuidade de projectos, por vezes com a leviandade das palavras.

Acho que, desta campanha guardarei a imagem dum submarino vermelho, de brincar e a sugestão de um candidato de nomear para ministro das finanças um senhor que está preso por burla; guardarei a imagem do líder do CDS a fazer o panegírico de Cavaco Silva quando dele, ainda não há muito, dizia aquilo que nem Maomé dizia do toucinho.

Ficar-me-á a recordação de palavras demagógicas dos dois principais candidatos e a memória dos segredinhos de Maria Cavaco Silva.

Ah!... E ficar-me-ão também, vivas de aceradas as palavras de Manuel Alegre quando afirmou em Águeda: “Eu penso pela minha cabeça e não abdico de pensar pela minha cabeça”.

Sorte dele, não ser militante do PS em Loulé. Já lhe teriam retirado a confiança política!

 

PS: Curiosamente, teriam sido aqueles que se apressaram a exteriorizar-lhe apoio incondicional que lha retirariam! São eles que pensam que só se pode pensar pela cabeça deles!

 

- o – o – o – o – o -

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publicado por hortense morgado às 23:37
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Sexta-feira, 31 de Dezembro de 2010

Boas Festas - Feliz Ano Novo

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publicado por hortense morgado às 19:26
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